Tão bacana o texto do Merten sobre a sua ‘descoberta’ do diretor Michel Gondry. Vale a pena ler e saber mais sobre o Gondry, que veio ao Brasil, há pouco tempo. Ele disse que tinha resistência ao cineasta porque não havia gostado de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, principalmente por implicar com o roteirista, segundo ele, ‘um gênio de uma nota só’. No meu universo de tolice e inocência esse filme é essencial ao ser humano. E uma das grandes razões é o…roteiro! Ah, a subjetividade humana, esse nó.

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2 Comentários

  1. O Merten é sempre genial. Gosto do modo sincero e pessoal com que ele ‘fala com a gente’.
    Beijos

  2. Eu adoro isso nele, o fato de seus textos serem conversas e tal. beijos, amiga.


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